Regulamento Molinete 2015

Campeonato Paulista em Pesque e Pague 2014 –  Série Molinete

REGULAMENTO OFICIAL

16/04 /2015
REALIZAÇÃO: JORNAL DA PESCA
APOIO: APAPP – ASSOCIAÇÃO DOS PESCADORES DE PESQUE E PAGUE DO ESTADO DE SÃO PAULO
AGENDA BRASIL PROPAGANDA
 
SÉRIE – MOLINETE

Artigo 1º – OBJETIVO

Parágrafo único – O CAMPEONATO PAULISTA EM PESQUE EM PAGUE – competição não profissional é realizada há 16 anos, sem interrupção. A pescaria atual ocorre durante os meses de Fevereiro a Setembro 2015 – e tem como objetivo promover a Pesca Esportiva no Estado de São Paulo, como forma de lazer e esporte de competição. O objetivo principal é dar oportunidade de uma vida saudável aos jovens, a classe feminina e aos adultos, sobretudo aos da melhor idade. Unir mais a população, tendo como motivador a prática da Pesca Esportiva.

Artigo 2º – FORMAÇÃO DAS EQUIPES

  • 1º – As equipes serão formadas por 04 (quatro) titulares e quantos suplentes forem necessários;
  • 2º – Os suplentes poderão entrar na pescaria a qualquer momento da competição, desde que o árbitro seja avisado antecipadamente;
  • 3º – Os suplentes poderão auxiliar o pescador na retirada dos peixes usando o Passaguá, preparar os equipamentos, iscas, recolher cópia de lançamento da pesagem dos peixes, soltar os peixes após pesagem e observar se a pesagem do árbitro está correta, sobretudo se está sendo pesada em quilos ou libras.

 

Artigo 3º – PARTICIPAÇÃO

Parágrafo único – Poderá participar da competição o pescador que tenha sua inscrição registrada nos Boletins Informativos Eletrônicos do UOL/PESCA.

 

Artigo 4º – INSCRIÇÃO

Parágrafo único – O valor da inscrição será de R$ 450,00 (quatrocentos e cinquenta reais) por etapa, sendo que a entrada do pesqueiro fica por conta dos organizadores do torneio;

 

Artigo 5º – EQUIPES INSCRITAS

  • 1º – A Série Molinete será composta pelas seguintes equipes:

ADC GM – AKIPESCA – BIRO-BIRO – CLUBE DA CARPA – DANCAR – DNA DO PESCADOR – GORDO E MAGRO -PÁSSAROS E PEIXES – AS FERAS – PIZZARIA REFÚGIO – SINDIBAN E UNIMAT

 

 Artigo 6º – HORÁRIO E SORTEI0

  • 1º – A prova será das às 9h às 16h, com intervalo das 12h às 13h30. Antes do início e durante o horário de almoço, será proibida a pesca no lago da competição, não podendo ser testado e arremessado nenhuma linha na água. Os equipamentos dos atletas também não poderão estar lançados e iscados na água. Caso o pescador não cumprir esta regra, será aplicada punição com perda de 02 (dois) quilos na soma total de pontos adquiridos na competição;
  • 2º – O sorteio dos Boxes terá início às 8h15 com o mínimo de duas equipes presentes;
  • 3º – O árbitro principal tem poder para retardar ou antecipar a prova, se necessário;
  • 4º – Não haverá troca de Boxes.

Artigo 7º – DATAS PREVISTAS E LOCAIS DAS PESCARIAS

  • 1º – A realização das etapas ocorrerá nas seguintes datas 21/3 – 22/3 – 26/4 – 31/5 – 28/6 – 26/7 – 30/8 – 27/9 (final);
  • 2º – Os locais para a realização das etapas serão definidos pela organização. Alguns prováveis pesqueiros são Pesqueiro Feroz – Pesqueiro Catfish – Pesqueiro Santa Rita

 

Artigo 8º – DOS BOXES

Parágrafo único – Cada dupla participante estará situada em um boxe de no mínimo 04 (quatro) metros lineares, podendo ser maior ou menor, dependendo do tamanho do lago. Os Boxes serão numerados em ordem crescente, suficiente para abrigar os participantes. Os atletas deverão posicionar-se seguindo esta ordem, Nº 1 entre os boxes 1 e 2 e assim sucessivamente.

 

Artigo 9º – MATERIAL DE PESCA PERMITIDO

§ 1º – As duplas poderão decidir pescar com quatro varas a seu critério.

  • 2º – As duplas poderão usar no máximo 2 boias de superfície por boxe.

Varas para pesca de carpa cabeçuda

a – Será perimido chuveirinho com até 04 (quatro) anzóis + anzol matador;

b – Outros peixes fisgados na pesca de cabeçudas não valem para contagem de pontos;

c – Para a pesca de cabeçuda será obrigatório o uso de chumbo de poita, com peso mínimo de 25 (vinte e cinco) gramas, evitando deslocamentos para as equipes vizinhas.
Pesca com boia cevadeira/torpedo

a – A ceva será permitida somente dentro da boia cevadeira;

b – Para a pesca com boia CEVADEIRA, Não será obrigatoriamente conter a boia sinalizadora, não sendo necessário o chumbo de poita;

c – Para a pesca com boia TORPEDO, será obrigatório à colocação do chumbo solto na linha (chumbo de poita), com peso mínimo de 25 (vinte e cinco) gramas, evitando deslocamentos para as equipes vizinhas.

d – É proibido afundar a linha utilizando a ponta da vara dentro da água (chasquear). Caso o pescador não cumprir esta regra, será aplicada punição com perda de 02 (dois) quilos na soma total de pontos adquiridos na competição;

 

Varas de lançamento com passadores

a – Para a pesca “de fundo”, não será obrigatório o uso de chumbo.

 

Varas telescópicas, de mão.

a – No máximo 5,40 metros e a linha não ultrapassar a 01 (um) metro o tamanho da vara;

b – Miçangas e lã não poderão ser usadas na pesca;

c – Massa como isca será permito até cerca de três cm de diâmetro, usando como referência o tamanho de uma bola de gude. O árbitro fará a observância;

  • 2º – Caso a montagem dos equipamentos não estejam de acordo com as configurações citadas acima, o peixe será invalidado.

 

Anzóis/ Ceva

a – Somente 01 (um) anzol por vara, exceto para a pesca de Carpa cabeçuda;

b – Será permitida a colocação de ceva em pequenas proporções, para que o lago não seja prejudicado pelo excesso utilizado durante as pescarias. Caso a equipe de fiscalização identifique excesso de ceva, poderá aplicar punição proibindo a colocação de ceva para a dupla até o restante do dia. Obs.: Os restos de iscas não poderão ser arremessados no tanque após o término do evento, podendo também ocorrer punição aplicada pela organização;

c – Estilingue para ceva não será permitido;

d – Se o pescador for flagrado utilizando anzol com farpa, além do peixe não ser pesado, ainda assim perderá 2 (dois) quilos na soma total de pontos adquiridos na competição;

 

Artigo 10º – DOS PEIXES

  • 1º – Serão considerados peixes de qualquer espécie, acima de 500 gramas cada, identificados e pesados com balança digital;
  • 2 º – Os pescadores deverão levar samburá “próprio” para guarda de pequenos peixes;

 

Artigo 11º – DA PESAGEM

  • 1º – Cabe aos atletas suplentes, levar peixes até o local da pesagem, se necessário, devendo a seu critério exigir do árbitro a apresentação da planilha com o devido lançamento do peso total da peça pesada, inclusive observar se a balança do árbitro está em quilos ou libra;
  • 2º – Depois das peças soltas, não haverá recontagem de pontos, em hipótese alguma;
  • 3º – Após pesagem, o(s) peixe(s) deverá (ão) ser soltos na própria área do boxe onde foram fisgados;
  • 4º – Os pescadores ou suplentes receberão uma cópia da ficha de lançamento preenchida pelos fiscais após pesagem dos peixes.

 

Artigo 12º – DA TABELA DE PONTUAÇÃO

  • 1º – No caso de 12 equipes, as pontuações em cada grupo serão proporcionais às equipes inscritas nesta competição, conforme segue: 1º lugar (12 pontos), 2º lugar (11 pontos), 3º lugar (10 pontos), 4º lugar (09 pontos) e assim sucessivamente;
  • – Em caso de desistência de alguma equipe, ou mesmo entrada de novas equipes, isto poderá ocorrer com o consentimento da maioria das equipes participantes, porém a nova equipe iniciará o campeonato sem pontuação na tabela geral;
  • 3º – Os pontos das equipes serão computados através de uma somatória geral de quilos pescados durante toda a prova;
  • 4º – A colocação de cada equipe no final das rodadas definirá a pontuação alcançada, independentemente da quantidade de quilos pescados;
  • 5º – A pontuação refere-se a cada rodada, ocorrendo somatória de pontos para definição da classificação geral das equipes.

Artigo 13º – DAS REGRAS.

  • 1º – Somente um (suplente) poderá prestar ajuda no Boxe da equipe;
    § 2º – O Curinga (suplente) não poderá, em hipótese alguma, lançar varas no lago; § 3º – Pescador algum poderá ser substituído sem aviso prévio ao árbitro. § 4º – Caso o pescador for flagrado em alguns dos itens acima, a equipe será penalizada com perda de 3 (três) pontos, do total dos pontos ganhos na etapa.
  • 5º – O capitão da equipe é responsável por instruir os pescadores sobre o regulamento. § 6º – As equipes poderão iniciar a pescaria com o limite de 02 (dois) pescadores sendo um em cada boxe;
  • 7º – Boxe com apenas um pescador poderão ser utilizadas somente duas varas, a critério do pescador;
  • 8º – A critério do capitão, os pescadores poderão ser substituídos e remanejados nos boxes a qualquer tempo da prova;
  • 9º – Em caso de atraso, a equipe poderá iniciar a pescaria a qualquer tempo da competição;
  • 10º – As equipes deverão estar uniformizadas, mesmo que seja apenas com a camisa do clube. Em dias de muito frio ou chuva, os atletas, como os curingas poderão se proteger com capas de chuva, ou até mesmo com blusas cobrindo a camisa do clube;

Artigo 14º – EXERCÍCIO DE PESCA

  • 1º – Somente os peixes fisgados valem para a soma geral, com tolerância de até 20 (vinte) minuto para a retirada do peixe, após o apito final;
  • 2º – Os pescadores não poderão mudar de boxes, mesmo que esteja desocupado – exceto de uma peça já fisgada;
  • 3º Em qualquer modalidade de pesca os anzóis não poderão conter farpas. Caso o pescador for flagrado com anzol farpado, o peixe não será pesado, e ainda assim, perderá 02 (dois) quilos da soma total de pontos adquiridos na competição, e assim sucessivamente;
  • 4º – Somente estará liberada a utilização da miçanga com anzol, na pesca com boias de arremessos;
  • 5º – Os lançamentos deverão ser realizados perpendicularmente a linha da água. Caso por um defeito de lançamento, do vento ou do próprio pescador invadir o setor vizinho, a linha deverá se imediatamente recolhida. O fiscal deverá alertar o pescador;

 

Artigo 15º – CONSIDERAÇÕES GERAIS

  • 1º – O pescador poderá sair do boxe quando necessário, desde que o árbitro seja avisado;
  • O pescador estando com o peixe fisgado poderá deixar seu boxe para facilitar a retirada do peixe;
  • 3º – Caso o participante fisgar um peixe e o fiscal estiver atendendo outro pescador, será necessário manter o peixe dentro de um samburá até que o fiscal chegue ao local;
  • 4º – No caso de um peixe de maior porte, o pescador poderá ter ajuda dos adversários ou dos suplentes para passar o Passaguá, até para facilitar e evitar embaraços;
  • 5º – Caso o peixe fisgado enroscar na linha ou anzol do adversário, mesmo assim valerá para a contagem de pontos;
  • 6º – Caso o peixe for fisgado por 02 (dois) pescadores ao mesmo tempo, valerá o que estiver com o anzol na boca. Se ambos estiverem com o peixe fisgado pelo corpo, serão considerados 50% do peso para cada participante;
  • 7º – Os pequenos peixes não poderão ser usados como isca será alertado pelo juiz e perderá 2 (dois) quilos na soma total de pontos adquiridos na competição;
  • 8º – Caso algum peixe levar o equipamento do participante e ser capturado por outro pescador, não será considerado sua pontuação. Somente será considerado se o pescador estiver usando salva-varas;
  • 9º – Salva vara deverá ter um limite máximo de 03 (três) metros, no estado, sem estar esticado;
  • 10º – O pescador poderá soltar o peixe após a pesagem:

– Não deixar o peixe em superfície áspera se debatendo;

– Não soltar o peixe que estiver sangrando. O fiscal determinará a soltura;

– Não colocar a mão na guelra dos peixes;

  • 11º – Se algum peixe solto for capturado pelo lago, por enrosco de alguma linha partida, não será computada sua pontuação. Somente será considerado, caso o anzol esteja atado no peixe.
  • 12º – Os pescadores deverão guardar os pequenos peixes no samburá para posterior pesagem;
  • 13º Após o final da prova, o Jornal da Pesca estará disponibilizando no site: www.jornaldapesca.com.br a tabela de classificação, assim como matérias das equipes participantes.

 

Artigo 16º – DA PREMIAÇÃO

  • 1º – Em todas as etapas, as três equipes melhores classificadas ganharão troféus simbólico;
  • 2º – Na Final, a premiação será divulgada depois da primeira rodada, no fechamento da quantidade das equipes participantes.

Artigo 17º – DA DISCIPLINA

Parágrafo único – Serão aplicadas as penalidades previstas no regulamento do Jornal da Pesca, nos casos de indisciplina, mau comportamento ou fraude de qualquer concorrente ou acompanhante;

 

Artigo 18º – DA IMAGEM

Nomes, imagens e som de vozes dos participantes poderão ser utilizados pela Organização em material promocional, de forma inteiramente gratuita.

 

Artigo 19º – DA COMISSÃO JULGADORA.

  • 1º – Fazem parte da Comissão Julgadora, Fabio Nomura – Willian Massahiro Chiba – Rinaldo Gutierrez;
  • 2º – Qualquer assunto referente ao campeonato e ao regulamento, durante ou após a prova, deverá ser comunicado exclusivamente aos integrantes da Comissão Julgadora que tomará as providências juntamente com a Organização.

 

Artigo 20º – DISPOSIÇÕES GERAIS

Parágrafo único – Todos os Atletas Competidores inscritos declaram, mesmo que de forma implícita, conhecer este Regulamento Particular que a Organização disponibilizará no endereço eletrônico: www.jornaldapesca.com.br. Os organizadores e autoridades da Competição não se responsabilizam por perda, danos, extravios ou roubos de bens e materiais de concorrentes, acompanhantes, visitas e públicos em geral, antes, durante ou após a realização da Prova, nem, por acidentes que os participantes possam provocar ou sofrer em decorrência de sua participação no evento.

Boa pescaria!

 

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